Sobre Sandrine

Universitária, vegetariana, estudante de artes visuais, amante de moda e ilustradora do Estúdio L'Ciel

Vídeo do Lançamento do Livro “Uma viagem pelo Nilo”

No dia 11 de julho ocorreu a festa de lançamento do livro “Uma viagem pelo Nilo” da autora Márcia Jamille, escritora do site Arqueologia Egípcia, no Portal Hanna Belly (SE). O evento esteve sob a organização e o apoio do próprio Portal Hanna Belly e do pessoal da Contextos Arqueologia.

Fui chamada para participar do evento, e na ocasião fiz um improviso de dança do ventre, segue o vídeo:







Chá Árabe Portal Hanna Belly 2014.

Boa noite! Esse final de semana dia 29, 30 e 31, estarei dançando no Chá Árabe do Portal Hanna Belly, será a primeira vez que vou me apresentar no chá e até agora estou calma somente resolvendo alguns problemas da roupa, mas sei que perto de entrar no palco vou ficar nervosa.

Preparando a saia.

Vou apresentar um pop árabe, resolvi escolher esse estilo pois foi o primeiro que aprendi e achei bastante justo usá-lo novamente para mais uma primeira vez, é uma musica bastante especial para mim, "Hips don't lie" versão Bamboo (FIFA-World-Cup-2006) da Shakira, a primeira vez que escutei, foi até em uma das aulas, eu pensei "Preciso me apresentar com essa musica!!!", e estou realizando esse momento!! \o/

Chá Árabe do Portal Hanna Belly, cartaz do evento.
Espero que dê tudo certo, que nada fuja do planejado e que sejam 3 noites maravilhosas de muita dança e luz.

Ate mais.

Preparação da Roupa para lançamento do livro Uma viagem pelo Nilo.

Já faz pouco tempo que resolvi aprender a costurar, por que? Costureiras locais algumas vezes não entendem de roupas de dança e o resultado não fica o que você quer, afinal, quando vamos dançar, esperamos estar lindas é claro, mas se não há conforto não existe beleza certa. Quem nunca teve uma roupa que ficou apertada demais, que ficou folgada, que o bordado não ficou o esperado e a frustração a cerca do acontecido mexe com a estima.
Hoje estava conversando com uma colega que acabará de receber a roupa que havia encomendado e ela não estava feliz, a coreografia dela está linda, mas existe o medo da roupa não suprir a mensagem que ela quer passar.
Foi então nesse tipo de situação que resolvi aprender a fazer minhas roupas, e ate agora a experiência não está sendo muito ruim, ainda estou aprendendo claro, não sou das melhores, mas sei o que eu quero numa roupa e trabalho para chegar nisso.

No dia 11 de julho ocorreu a festa de lançamento do livro Uma viagem pelo Nilo da autora Márcia Jamille, escritora do site Arqueologia Egípcia, no Portal Hanna Belly (SE). O evento esteve sob a organização e o apoio do próprio Portal e da Contextos Arqueologia, fui chamada para dançar no evento, então logo comecei a pensar na roupa, basicamente era uma roupa preta com dourado, não queria fugir disso, então pus em prática e segue algumas fotos de um pouco do processo:


Uma parte do material comprado.


Forrando o bustiê.


Franja lateral, infelizmente ela não foi para a roupa finalizada.
Detalhe.




Parte da cintura que logo depois foi forrada por um tecido preto.

Construção do bustiê.


Uma das coisas mais importantes na construção da roupa, é você saber se ela vai ficar bem no seu corpo, conhecer o que pode ficar bom ou não é muito importante para que tudo funcione muito bem, claro que isso é um conhecimento precioso que vem com o tempo.
Como foi tudo muito rápido, nem tirei uma foto com a roupa e maquiagem no dia, essa fico devendo para o blog, depois posto o vídeo da apresentação.

Até mais.

Carmópolis - Dia Internacional da Mulher.

Dia 11 de março, participei do evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher realizado na cidade Carmópolis/SE, além de palestras e sorteios, ocorreu a apresentação de dança do ventre dividida em dois blocos, primeiro as danças individuais, onde estive com o chaddor interpretando a mulher repreendida, logo depois minhas colegas Carla Rocha e Tassia Fontes interpretaram os seus tipos femininos.




Após mais uma rodada de palestras, entramos as três para finalizar o evento apresentando a percussão, e logo depois, dança livre.



Infelizmente, não encontrei os vídeos que gravaram, mas se posteriormente acabar encontrando posto aqui.

Essa foi a primeira vez que fui dançar fora da minha cidade, foi diferente e bastante divertido, além de mais um aprendizado, pouco antes de entrar, a alça do meu bustiê torou, mas como sempre levo broches comigo, consegui consertar e não ficou tão visível graças a ajuda da minha professora que ajustou para mim.
Apesar desse pequeno susto, foi tranquilo, além de claro, aquele friozinho na barriga antes de entrar, gostei muito da experiência, espero poder participar de outras!

Sandrine, Tassia, Carla e Joana (professora)



Abraços! 

Orientalismo no Ventre da Dança - Pop Árabe

No dia 17 de dezembro de 2011, participei do meu primeiro espetáculo, "Orientalismo no Ventre da Dança", que apontava detalhes em relação a influência sofrida pelo orientalismo na dança árabe, assim a minha turma dançou o pop árabe, vestida de azul e "plumas".

Posto agora o vídeo, sou a 4º da esquerda para a direita.


Foi bastante divertido participar desta coreografia, tive vários problemas em relação a roupa que só percebi pouco antes do espetáculo, mas foram resolvidos.
Foram duas apresentações no mesmo dia, mas em horários diferentes. Esse segundo vídeo foi gravado no mesmo horário que o outro, mas foi filmado por um dos familiares de uma colega da turma.


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Sou a da ponta esquerda

Essa roupa, não cabe mais em mim, então está guardada somente para que eu possa vê-la. Nela somente fiz o bordado, foi minha primeira experiência com agulhas.
Esse ano, dançarei pela primeira vez no Chá Árabe do Portal Hanna Belly (que ocorrerá provavelmente em agosto), minha coreografia será um pop árabe  - achei mais do que justo -, contudo estarei me apresentando sozinha e com o publico um pouco mais próximo.
Espero que dê tudo certo!

Abraços.

Um pouquinho sobre mim.

Em 2011 comecei a fazer Dança do Ventre, mas isso na verdade tem uma longa história.

Sempre tive vontade de dançar, mas nunca pude, minha mãe não tinha condições de me colocar numa escola de dança, e como muitas, eu adorava o balé! Sempre fui magra, o que ajudava bastante na vontade de aprender essa dança tão linda e clássica. Um dia quando criança, eu estava saindo do colégio, e vi várias garotas reunidas na porta de uma casa, foi quando ouvi uma delas falando: “Olha! Dança do ventre!” ... “Dança?? Você disse dança?!” e fui olhar, lá estava a professora em frente ao espelho fazendo ondulações com a barriga, timidamente comecei a repetir o mesmo movimento, mas sem ninguém ver. Fui para casa, mas logo depois acabei esquecendo, afinal eu era muito magra, aquilo não era para mim. Continuei mas sem muita atenção, com a ideia do balé na cabeça, então anos mais tarde minha mãe teve condições e procurou as escolas de balé nas localidades, mas por azar - ou sorte - na semana que ela ia me inscrever, machuquei o tornozelo direito, nada sério, somente pisei em falso andando de salto.
Deixei para lá...

Então novamente vi a Dança do Ventre, achei aquilo incrível, e muito bonito. E cogitei algumas vezes pedir a minha mãe para dançar, mas sempre ficava na minha.

Sempre fui muito magra e isso nunca me incomodou de verdade, mas o que eu não sabia, é que existe um certo problema quando as bailarinas de Dança do Ventre são magras, até o dia em que estava com alguns colegas, e perguntaram o que eu gostaria de fazer nas horas vagas, e eu disse com o maior sorriso do mundo “Dança do ventre!” um dos rapazes riu da minha cara e disse que magras dançando é muito feio, e que tinha que ter “barriga” para ter graça, magras não tinham espaço para isso.
Posso dizer que aquilo me derrubou na hora, e não levei isso a diante. Isso foi a muuuuitos anos atrás, acho que tinha 16 anos.
Então final de 2010 entrei para um grupo de estudo religioso, e conheci uma garota maravilhosa, que faz Dança do ventre, fiquei super animada, até que ela perguntou “Por que você não faz?” e eu pensei “Realmente? Porque eu não faço... Apesar... Porque eu não fiz?” dias depois me informei com ela sobre a escola que ela fazia e tal, fiz a minha matricula, e em 2011 lá estava eu enfrentando um espelho enorme e com a ideia firme de “Eu vou conseguir” na cabeça, mas não foi fácil.

Elisângela

No início quando comecei a fazer as aulas, em vez de ser tomada pela alegria, fui tomada pela tristeza, fiquei triste, pois percebi que deixei de fazer algo maravilhoso, algo que eu gosto, por causa de um comentário miserável, mas conversando com a minha professora, ela me convenceu do contrário, eu não deveria ficar triste! Afinal! Nunca é tarde para começar!
Um dos meus “empurrões” para dançar é, claro, acima de tudo minha amiga Elisangela, que me apresentou esse universo maravilhoso, e logo mais duas bailarinas que acho maravilhosas: Zoe Jakes e Rachel Brice!

Zoe e Rachel

Sandrine Shimmy.

Olá!

Sejam bem vindos aos meu blog, onde vou falar sobre as minhas experiências com a Dança do Ventre, a qual comecei a praticar em 2011 em um surto de loucura e curiosidade, graças a uma colega que conheci.

Ainda sou uma iniciante na dança, a cada dia, aprendo mais, comecei faz pouco tempo a costurar minhas próprias roupas - também num surto de loucura - , e é uma surpresa atrás da outra, as vezes dependendo, uns sustos também. Neste aprendizado conheci o Tribal Style , o qual me apaixonei de primeira.

Espetáculo DEZenhando Sonhos - Portal Hanna Belly - 2013.


Espero que curtam esse caminho sobre a Dança do Ventre juntos comigo e que possamos trocar experiências e nos divertir juntos.


Abraço.

 
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